ARTIGO

Como escolher as ações e montar uma carteira?

Descubra os princípios essenciais para escolher ações e construir uma carteira sólida. Este guia explora objetivos, perfil do investidor, planejamento e diversificação.

A escolha das ações para fazer parte de uma carteira de investimento não pode ser motivada pela sorte e por um sentimento de aposta. Investir em ações não é apostar.

A montagem de uma boa carteira de investimento exige estudo e análise de indicadores. Portanto, nesse artigo, você vai compreender como cinco princípios que são fundamentais para o investidor na escolha das ações de empresas para a sua carteira de investimento.

Clareza nos objetivos

Primeiro princípio: é o investidor ter clareza do objetivo que gostaria de alcançar na carteira de investimento.

  • Qual é a finalidade do investimento?
  • Quanto gostaria de receber de dividendos?
  • Esse valor será reinvestido ou terá outro destino?

Enfim, a finalidade é uma importante informação que vai filtrar as empresas mais indicadas.

Coerência com o perfil do investidor

É essencial compreender como o investidor espera alcançar seus objetivos ao investir e como ele se relaciona com o mercado de ações.

O mercado de renda variável também pode ser um jogo de longo prazo e a compra ou venda de ações precisa ser compatível com o objetivo.

Tipos de perfil de investidor

Segundo princípio: é ser coerente com o perfil do investidor e sua capacidade de risco. Portanto, na prática de mercado existe uma classificação de investidor(a) conservador, moderado e arrojado ou agressivo.

📰 Saiba mais:

Perfil de investidor

Bom planejamento de investimento

Terceiro princípio: é ter um bom planejamento de investimento. Por exemplo, se o investidor gostaria de viver de renda, uma das estratégias indicadas é buscar ações de empresas que sejam boas pagadoras de dividendos.

Se o investidor deseja escolher empresas consideradas sustentáveis, então, é desejável a busca e escolha de empresas que sigam critérios de ESG (Environmental, Social and Governance) e listadas na B3.

📰 Saiba mais:

A interação do mercado ESG nos investimentos

ESG: saiba tudo sobre a sigla que mudou o mercado financeiro

Diversificação

Quarto princípio: é a diversificação que ajuda a reduzir os riscos, identificar novas oportunidades e melhorar o desempenho. Para diminuir os riscos de investimentos em ações é importante escolher empresas que apresentam boas expectativas no longo prazo, mas não investir em poucas empresas e setores comuns.

Revisão frequente dos investimentos

Finalmente, o quinto princípio: é fazer uma revisão dos seus investimentos com frequência para saber o que está valendo a pena ou não. Além disso, a característica da volatilidade é presente no mercado de renda variável. O movimento do mercado afeta a precificação das ações.

Avaliação dos indicadores

O investidor de renda variável precisa se sentir à vontade em avaliar a saúde financeira da empresa, resultados e o cenário que se situa a empresa. Portanto, uma boa leitura de indicadores sobre o desempenho do negócio é uma habilidade importante que o investidor precisa desenvolver para escolher boas ações.

Identificar indicadores relacionados ao lucro, ao patrimônio, ao pagamento de dividendos, e são relevantes para fazer escolhas assertivas.

📰 Saiba mais:

Índice de Sharpe: o que é e como ele pode ajudar você a escolher o melhor investimento?

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